Aprovação do PLC na CCJ pode pressionar Jorginho

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Na terça, 19 de setembro, sindicalistas que fazem parte do Fórum Catarinense de Defesa do Serviço Público protocolaram na Assembleia Legislativa (Alesc), um ofício de quatro páginas argumentando a viabilidade da revogação dos 14%, apontando os erros dos governos estaduais que levaram ao atual déficit da previdência (R$ 6,1 bilhões) e sugerindo soluções objetivas para o problema.

O documento responde à diligência que o deputado
Pepê Collaço encaminhou para sindicatos e órgãos de governo com a finalidade de fundamentar o voto dele como relator do PLC 0004/2023 na Comissão de Constituição de Justiça da Alesc.

Durante a conversa, Pepê se mostrou aberto ao diálogo e falou que apesar de estar sensibilizado com a situação que aposentadas, aposentados e pensionistas do Iprev-SC estão passando, vê problemas formais em relação à aprovação do Projeto que tem impactos financeiros e deveria, portanto, ser de iniciativa do próprio executivo.

Mesmo assim, o parlamentar quer continuar dialogando com as entidades e a assessoria do Fórum Catarinense já solicitou uma agenda para que os dirigentes possam conversar com o relator de maneira mais tranquila e organizada, pois esse primeiro contato aconteceu no plenário, quando Pepê saia de uma sessão da CCJ.

Dirigentes do Fórum buscam diálogo com parlamentares da CCJ

Na análise dos dirigentes do Fórum que se reuniram também na terça, 19 de setembro, para realinhar a estratégia de ação na Alesc, a aprovação do PLC na CCJ, independentemente da questão formal, seria uma maneira de pressionar o governador Jorginho Mello a resolver essa situação que já penaliza aposentadas, aposentados e pensionistas do Estado há dois anos.

Para tanto, a ideia é, nesse primeiro momento, procurar parlamentares que formam a CCJ para convencê-los de que a revogação é um compromisso assumido por Jorginho e que a aprovação do PLC é uma forma de deputadas e deputados da Alesc dizerem que a cobrança está acontecendo nos redutos eleitorais.

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