Fetram-SC repudia trabalho análogo à escravidão denunciado pelo Sinsej

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Crédito da foto: Folha Metropolitana

 

Sindicato dos Servidores Públicos de Joinville denuncia trabalho em situação degradante

O Sindicato dos Servidores Públicos (Sinsej) denunciou as condições de trabalho análogas à escravidão em uma unidade pública do município. Os trabalhadores em situação degradante são prestadores de serviço de uma empresa terceirizada.

Em um vídeo registrado na última segunda-feira, 27, é possível ver 13 trabalhadores chegando à unidade de Bem-estar e Proteção Animal de Joinville sendo transportados dentro de um caminhão baú fechado. No mesmo dia, os trabalhadores foram filmados e fotografados almoçando dentro das estruturas reservadas aos cães e demais animais, em condições insalubres para refeições humanas.

Clique AQUI para entender o caso.

A Fetram-SC vem a público manifestar seu total repúdio ao trabalho análogo à escravidão cometido pela empresa terceirizada e denunciado pelo Sinsej. Para a presidenta da Fetram-SC, Sueli Adriano, “é inadmissível termos conhecimento do fato ocorrido e ficarmos de braços cruzados. O trabalho análogo à escravidão a que estes trabalhadores foram submetidos viola de forma grave os direitos humanos e atenta contra a dignidade humana. Por isso, expressamos aqui nosso repúdio e total apoio à denúncia do sindicato. ”

Como denunciar

Conforme a Central Única dos Trabalhadores, denúncias de trabalho escravo podem ser feitas de forma sigilosa no Sistema Ipê, sistema lançado em 2020 pela Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Em 2022, 1.654 foram enviadas pelo sistema. Denúncias também podem ser feitas através do Ministério Público do Trabalho, unidades da Polícia Federal, sindicatos de trabalhadores, escritórios da Comissão Pastoral da Terra, entre outros locais.

Veja matéria completa sobre trabalho análogo à escravidão produzida pela CUT em janeiro deste ano, clicando AQUI

Por: Fetram-SC, com informações da Folha Metropolitana e CUT

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