Na tarde desta quarta-feira, 4 de fevereiro, a Fetram-SC realizou uma reunião virtual com dirigentes sindicais para debater ações políticas e jurídicas voltadas ao fortalecimento da representação e da luta em defesa dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e dos Agentes de Combate às Endemias (ACE) em Santa Catarina.
O encontro teve como foco a construção coletiva de estratégias que garantam a unidade, a representatividade e a continuidade das lutas históricas desses trabalhadores no âmbito do serviço público municipal. A preocupação central é evitar o enfraquecimento da organização sindical dos ACS e ACE, assegurando que sua defesa permaneça vinculada a entidades com trajetória, estrutura e atuação concreta nos municípios catarinenses.
Durante a reunião, foi reafirmada a importância dos sindicatos dos servidores municipais como espaços legítimos de organização coletiva, negociação e mobilização. Essas entidades acompanham de perto a realidade local, participam das mesas de negociação com os Executivos municipais e acumulam experiência na defesa de direitos, salários e condições de trabalho, o que fortalece também a luta específica dos ACS e ACE.
A Fetram-SC destacou que a fragmentação da representação sindical tende a enfraquecer a capacidade de mobilização e de negociação dos trabalhadores. A defesa da unidade sindical, da luta coletiva e da organização nos municípios é vista como fundamental para enfrentar ataques, garantir direitos e avançar em novas conquistas.
Como encaminhamento, a Federação informou que está articulando ações políticas e institucionais junto ao Ministério do Trabalho e Emprego, tanto em âmbito estadual quanto nacional, com o objetivo de reforçar a legitimidade da representação sindical dos ACS e ACE e assegurar que esses trabalhadores não tenham sua luta esvaziada.
A Fetram-SC reafirma seu compromisso histórico com os Agentes Comunitários de Saúde e os Agentes de Combate às Endemias, defendendo uma organização sindical forte, enraizada nos municípios e comprometida com a luta coletiva. Unidade, estrutura e trajetória de luta seguem sendo pilares essenciais para a defesa efetiva desses trabalhadores fundamentais ao serviço público e à saúde da população.
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